A nova (ou velha) moda
Ontem, meu marido querido não foi jantar em casa, saiu com o Reinaldo (um amigo mais velho lá da Igreja que a gente ama) para conversar e tomar um chopp, sendo assim me dei o direito de não fazer nada e ficar no sofá vendo o William e Fátima e a novela depois. E o jantar? Tomates, para ver se eu perco logo os quilos que não me pertencem. Tudo bem, comi 4 nuggets também.
Não vejo essa novela sempre, acompanho pelos comerciais da TV e é o suficiente para saber o que se passa. Acho ela meio chata e a Taís Araujo não colou nesse papel, além de eu achá-la bem forçada. Mas da última vez que eu vi aconteceu a mesma cena que vi ontem, só mudando os personagens: tanto o marido quanto a mulher tinham acabado de trair seus cônjuge e estavam deitados na cama para dormir, conversando. Um casal estava só no pensamento, o outro de fato tinham traído naquela mesma noite. Os casais são a Leticia Spiller e aquele cara marido dela e o outro é a Taís Araujo e o José Mayer. Mas o que me choca, ainda me choca, é a naturalidade disso. Isso é normal, super tranquilo, faz parte do pacote casamento (ou relacionamento), o casal se conhece, conhece a familia do outro, viaja, janta, briga, faz as pazes, chora, ri, trai… Para piorar, ontem o diálogo da Tais Araujo com uma amiga foi de dar pena, texto muito bem escrito, mas indo contra tudo aquilo que eu considero valores verdadeiros. A amiga dizia que a Tais tinha sorte, pois estava indo de um homem para o outro, sem ficar na entre safra que as mulheres ficam tristes e deprimidas e que ela não confundisse fidelidade com lealdade. Era possível ser leal, mas não ser fiel! Poético, mas uma furada total!
Isso parece uma bobagem, mas assim como as pessoas imitam as roupas, o cabelo, as expressões das novelas, elas imitam o resto também. A novela acaba sendo um incentivo e ensinando que isso é o normal, o comum, o básico, que é perfeitamente razoável você trair seu parceiro.
Longe de mim dar lição de moral, até porque quem me conhece sabe que eu já estive dos dois lados dessa história, portanto sei o quão triste é, seja lá quem você for na história, o traído ou o que trai. Isso é pequeno, é pobre, vazio, é o oposto do amor que não se conduz inconvenientemente, que não procura os seus interesses, não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade e que jamais acaba. (1 Co 13)
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Tenho pressa
Sábado à noite saímos com a Dri e o Thiago, fomos a um pub que eu e Diego já tínhamos ido outro dia lá em Pinheiros, o lugar é legal e tem uma costelinha de porco muito boa. Da primeira vez que fomos, estava melhor, mas ainda assim continua boa. Foi uma noite muito divertida, sabe quando a gente sai com boa companhia e volta feliz pra casa? Com a sensação de leveza que estar entre amigos nos proporciona… Sinceramente, ainda não me encontrei aqui em São Paulo, apesar de haver muitas pessoas que me fazem muito bem. Se pudesse, eu acelerava o relógio e adquiria aquela intimidade que só o tempo mesmo traz, fico impaciente com essa construção da amizade, que no fundo é muito boa, ir descobrindo aos poucos os pontos em comum, identificar características que você admira. Mas eu sou muito quieta, na minha. Não por timidez, mas por falta de auto confiança mesmo, de achar que vou incomodar, que não tem nada a ver eu contar um problema, que a pessoa vai achar forçado eu dizer que estava com saudades, coisas que quando você tem intimidade, nem pensa, simplesmente sai ligando, falando, reclamando. Na verdade, o construir relacionamentos exige um certo esforço, tem que ser um pouco mais proativo, tomar iniciativas, se mostrar, não desistir, não criar expectativas demais e ao mesmo tempo ser natural e sincero. Ai que complexo….Se alguém achar o controle remoto para eu adiantar um pouco essa parte, me fala?!
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Mofei

No sentido mais literal que essa palavra pode ter, chove todo dia aqui em SP desde 23 de dezembro. O céu fica preto, vários trovões e cai a chuva. Na boa, estou mofando já…Nunca me ligo tanto em pessoas que são vítimas de enchentes, acho que de tão corriqueira que é essa notícia criei aquela casca de insensibilidade, mas dessa vez sempre que começa chover penso nessas pessoas. Não está dando tempo de melhorarem as coisas. E a culpa não é de São Pedro, primeiro porque eu não acredito nele, segundo porque o grande culpado é o homem mesmo, que usou tudo errado, como bem já comentou a Livia lá na Varanda, em Recados do Clima.
De qualquer forma, podiam fechar as torneiras um pouco.
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Por esses dias
Meu pneu furou, parei no posto e pedi ajuda ao frentista e ele disse que não podia me ajudar!! Passei o dia inteiro com raiva desse frentista, mas agradecendo a Deus por ser presbiteriana, porque esse posto era muito perto da Igreja de Pinheiros, com isso fui lá para ver se alguém podia me ajudar e tinha um menino, o Alexsandro (acho que escreve assim), que trocou para mim.
Ontem, depois de um dos temporais absurdos que caiu em SP, a rua que estaciono o carro alagou e tive que ir no meio da tarde tirar de lá, pois a água já estava na roda. Mas um cara lá do trabalho me ajudou e ele mesmo enfiou o pé na piscininha e tirou meu carro.
Passamos o fim de semana em Furnas, que lugar perfeito aquele!! Passeios de barco, dessa vez rolou uma mini trilha na cachoeira, churrasco, risadas, conversas de meninas e a alegria de estar entre amigos.
Minha mãe está vindo conhecer minha linda casinha.
Acho que já consegui emagrecer alguma coisa, estou sentindo as roupas mais larguinhas, pouca coisa, mas parte de uma das minhas metas já está sendo alcançada. Falando em meta, tentei achar uma escolinha de natação pra mim, mas perto da minha casa é tudo tão caro, que vou ficar saudável e pobre. Por enquanto, optei em não ficar pobre.
Tenho percebido o quanto evolui nesses anos que estou na consultoria, isso é fato inédito já que eu não tenho a capacidade de reconhecer qualidades ou avanços na minha pessoa, mas esses dias que passei no treiunamento em BH me mostraram isso. Fiquei minimamente mais segura.
Esses dias em BH me proporcionaram dois bons reencontros, com a Polly que trabalhou comigo no RJ, ela estava trabalhando lá no hotel. E com a Teresa que ficou comigo em Vitoria, nós marcamos de almoçar juntas e matar as saudades.
Visível o cuidado de Deus comigo, não?
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Vida nova, tudo antigo
Estou de volta a SP embora nunca tenha saído daqui, mas como estava trabalhando em outra cidade é como se eu tivesse me mudado mesmo, porque só ontem eu vi que o lustre do “escritório” (leia-se quarto onde guardamos o computador) está quase caindo e Diego me disse que está há muito tempo assim! Mas aos poucos tudo vai voltando ao normal e eu voltei a olhar mais de pertinho a minha casa, graças ao meu bom, querido e sempre presente Deus.
Esta semana tive minha primeira 2ª feira pós férias e trabalhando de verdade, pois na outra eu estava em treinamento em BH, como já contei aqui. Estou atuando em 2 projetos, um perto da minha casa que começa amanhã e nesse que eu comecei ontem que é meio longe de casa, perto da Marginal Tietê. E isso já foi suficiente para tirar o meu sossego, pois eu na sei ir para os lados do Tietê, tenho a sensação de que estou saindo da cidade e tem muito caminhão. Mas no primeiro dia fui de carona com a estagiária, pois além de não saber o caminho era meu rodízio.
Chegando em casa a noite, tive que dar uma arrumada geral, porque ia ficar insustentável caso passasse mais um dia como estava, fiz tudo muito rápido para dar tempo de fazer o jantar a tempo do Diego chegar. Fui pegar o frango para descongelar, sempre compramos coxas ou sobrecoxas e quando fui pegar era asa! Cara, eu não gosto muito de asa, o formato é meio nojento e só tem osso. Mas quando Diego chegou conferi: ele comprou sem querer, menos mal, já pensou se ele realmente gosta de asa de frango? E ele demorou tanto para chegar do trabalho, que dava tempo de eu ter arrumado, lavado e passado tudo nos mínimos detalhes.
No dia seguinte tive que ir sozinha para o trabalho, por um caminho diferente do que eu fui com a Marcela ontem, pois ela foi pelas marginais e é um trânsito muito chato, sem falar nos grandes e folgados caminhões. Daí imprimi um mapa, Diego me explicou direitinho como fazia e assim que cheguei no carro fui pegar o mapa para deixar bem do meu ladinho. Adivinha? Esqueci o mapa em casa. Tranqüilo, fui sem mapa, afinal o caminho era muito fácil, uma reta só até chegar a ponte do Limão onde eu deveria entrar e cair às margens do Tietê. E dessa vez, ineditamente, deu tudo certo! Não me perdi, não fui barbeira (Acho que não, né? Pelo menos ninguém buzinou), não morri com o carro e consegui uma vaga molezinha para estacionar, até porque se não fosse molezinha, não teria estacionado nada..
1 x 0 pra mim!
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Dois em um
Estou em BH, vim para passar 1 dia, participar apenas de uma reunião e quando cheguei aqui me disseram que participaria de um treinamento e teria que ficar mais 1 semana. Dei um jeito nas roupas, comprando algumas blusinhas no shopping e com as reservas que eu tinha trazido. Mas não sai de casa preparada psicologicamente para ficar longe do Diego uma semana, não dei um tchau direito que valesse todo esse tempo.
E o pior disso é que ele ficou muito triste, como há muito tempo eu não via e isso me detona. Eu sei ficar triste, eu sei chorar e me consumir com as coisas, estou acostumada a me ver assim…mas quando é com ele, eu fico arrasada, porque isso não é comum. Nem sei agir direito.
Esse acontecimento me fez refletir no quanto nós dois somos um mesmo, sabe o “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne (Gn2.24)” ? Tenho vivido isso demais, demais mesmo! E agradeço a Deus por isso, porque sei que nãó é mérito nosso.
Sempre fiquei muito triste quando sabia de algum casamento que não tinha dado certo, mas depois que casei isso me entristece ainda mais, porque eu sei o que é você preparar, planejar e sonhar não só com o dia do casamento em si, mas com a vida nova que será construída. Ontem vendo um filme, a cerimonialista falava para a noiva sobre o dia do casamento dela: “Esse vai ser o 1º dia da sua nova vida” e isso é verdade mesmo. Muda tudo! Ninguém olha para você e te enxerga sozinha, sempre perguntam pelo Diego quando ele não está comigo, como se realmente estivesse faltando um pedaço meu. Eu não consigo imaginar o quão doído e frustrante deve ser você terminar um casamento seja lá qual for o motivo. A cada dia, tenho mais certeza de que o Diego é minha metade, a minha melhor companhia. É muito bom ter alguém que eu conto mesmo, que me ouve, que aguenta minhas chatices, que tem aprendido e se esforçado tanto para me entender e me fazer feliz. Em fevereiro faz 2 anos que casamos, passou rápido, a gente ainda tem tanto para aprender, para conhecer mais do outro…sou muito repetitiva quando falo da gente, do casamento, mas não importa, o casamento é realmente um presente de Deus e acho que não tem problema repetir isso.
E, no meu caso, é muito bom olhar para trás e ver as maravilhas que Deus fez conosco, faz todos os dias e ainda fará.
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Novo ano
Normalmente, quando se inicia um novo ano, as pessoas fazem a lista dos seus planos, do que pretendem realizar e conquistar. Nunca fiz isso, nunca faço esses planos, nem grandes reflexões sobre os próximos 365 dias que virão. Reflito mais sobre o ano que passou do que o que vai começar. Porque em nenhum outro dia na vida, eu faço mega planos como uma grande viagem, emagrecer, mudar algum hábito, comprar algo especial…Sempre estive satisfeita e isso me é suficiente, vou seguindo o curso natural das coisas. Muito cômoda esta posição, mas eu sou muito acomodada mesmo e isso muitas vezes me chateia.
Mas, pela primeira vez, fiz alguns planos para 2010. Não vou listá-los aqui, porque isso não é o mais importante, o principal disso é a saída da acomodação que faz parte de mim desde sempre. Os planos abrangem minha vida profissional, minha casa, minha saúde, meu físico, minha vida espiritual, meu casamento e algumas futilidades.
Alguns já são realmente meta, com objetivo, valor e prazo (consigo aplicar isso em todos os clientes que eu trabalho, tenho que aplicar na minha vida também!), outros ainda estão meio vagos, apenas uma ideia…Mas tenho que colocar tudo no papel e realmente me esforçar para alcançá-los. Parece um exagero, mas se não fizer desse jeito, nunca vou conseguir dar aulas, nem praticar uma atividade física regularmente, nem fazer uma viagem muito legal anualmente, nem ler a Bíblia todo dia, nem trabalhar mais na Igreja, nem me arrumar mais, nem ser mais organizada, nem perder os quilos adquiridos depois do casamento…Pronto, falei!
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Eu sei o sentido do Natal
E no vento eu ouço a Sua voz
Deus domina sobre terra e mar
O que Ele é prá mim.
Eu sei o sentido do Natal
Pois na história tem o seu lugar,
Cristo veio para nos salvar,
Mas o que Ele é prá mim,
Até que um dia o Seu amor senti
A sua imensa graça eu recebi
Descobri que Deus não vive
Longe lá no céu,
Sem se importar comigo,
Mas agora ao meu lado está
Cada dia eu sinto o seu cuidar,
Ajudando-me a caminhar
Tudo Ele é prá mim.”
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Último episódio da temporada
Nem acredito que estou voltando para minha casa, para SP e para a minha rotina. Foram 4 meses bem cansativos, desgastantes, com muito choro e muito aperto no coração. Se dependesse de mim, jamais tomaria uma decisão como essa novamente. Sei que foi importante para mim dentro da empresa, mas para o meu casamento e vida pessoal, apesar do aprendizado natural que todas as situações nos trazem, foi muito doído e eu não gostaria de passar por isso novamente.
Aprendi, ou melhor, comprovei muita coisa que eu já sabia na teoria:
- o casamento, a vida a dois precisa de muito cuidado, muita dedicação e que é preciso muita dependência de Deus;
- é possível se fazer presente mesmo estando longe, basta se esforçar um pouco;
- é muito fácil se afastar de Deus e não perceber a sua mão em tudo;
- todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, fui muito abençoada durante esse tempo e sustentada por Deus em todo o tempo;
- é realmente fascinante conhecer pessoas, fazer parte do seu mundo, pegar suas manias e expressões e ao mesmo tempo ficar de saco cheio dessas mesmas manias e expressões, mas principalmente se divertir muito com elas.
A melhor coisa do meu trabalho, sem dúvidas, é a possibilidade de a cada projeto trabalhar com uma equipe diferente, com líderes diferentes e clientes diferentes. Esse foi meu 4º projeto e a 5ª turma diferente (o primeiro projeto foi tão longo que 2 equipes passaram por lá durante minha participação).
Conheci uma cidade nova, Vitória se parece muito com o Rio, apenas em uma escala menor. Fiquei inicialmente em um hotel péssimo e um bairro distante, mas depois fui para um hotel bacanérrimo e um bairro maneiríssimo: Praia do Canto. Comi muitíssimo bem e pude frequentar a melhor academia da cidade. Mas achei o Espírito Santo muito diferente, não consegui identificar nenhuma característica especial dos capixabas, não conseguiria identificá-los misturado a outras pessoas.
Além disso acumulei milhas, economizei dinheiro, me estressei em aeroportos, fiz novos amigos, aprendi a me desdobrar, arrumar minha casa ainda mais rapidamente e meu amor e admiração pelo meu marido só aumentaram.
No fim, acho que posso agradecer a Deus por esse tempo, doeu mas passou!
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Sara esta nação
Não me ligo muito em política, não sei a qual partido pertencem os deputados, sei o básico do básico, simplesmente acompanho o que se passa na TV. Mas não fico me consumindo com escândalos, com os golpes e desvios que acontecem todos os dias, em todos os estados, em qualquer que seja a esfera. Mas esse último episódio, dos milhões de vídeos divulgados e do dinheiro na meia me incomodou muito, volta e meia me lembro de um dos capítulos dessa história: a oração feita por um deles, pedindo perdão a Deus, agradecendo pela vida de um dos ladrões lá pela bênção que aquela pessoa era. Primeiro lugar, isso já passou do nível de falta de caráter, ausência de valores, isso já é patológico, só pode. Vai se tratar!! Segundo ponto, isso me deu uma chateação, porque essa pessoa não conhece Deus, não sabe como Ele é, do que Ele é capaz, se algum dia ele soube, está com um grave problema de memória. Não estou dizendo que eu sou melhor que esse cara (embora eu seja!!), eu também sou cara de pau com Deus à vezes, todos somos, mas eu não sou tão ousada…Conheço o meu Deus e sei que Ele é justo, inclusive comigo, logo eu O respeito.
No domingo, cantamos uma música na Igreja que dizia “Ouve, ó Deus/ nossa oração, Altíssimo/Sara esta nação/ É o clamor da Igreja que te adora.” Na hora em que cantei, pensei nessa palhaçada, porque o Brasil, de forma geral, não teme a Deus. E não tenho duvidas de que muito do que acontece é reflexo disso. Eu não tenho o hábito de orar pela minha cidade, ou pelo meu país. Só oro em vésperas de eleições, ano novo e quando me sensibilizo com algum ato bizarro de violência no RIo, oro por isso também. Acho que tenho que começar a rever minha listinha de oração e começar a incluir estes pedidos mais genéricos, porém não menos importantes.
Apesar de ser muito clichê dizer tudo isso, eu digo: essa situação toda é patética….
Taí um bom pedido para 2010: “Sara esta nação!”
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