Minha adolescência de noiva

Sabe década de 90? Bem início? Embora não pareça (forçando a barra para ser nova…) eu já era bem grandinha nessa época e foi justamente quando conheci duas das amigas que tenho até hoje. Que são grandes amigas, amigas da vida toda mesmo.

Esse fim de semana foi o casamento de uma delas e nas vésperas do casamento eu estava ansiosa, torcendo para chegar logo o dia, feliz por ela ter encontrado um cara maneiro e poder viver um dia tão mágico que é o casamento. E nesses dias que antecederam, passou um filminho na cabeça, lembrei de tanta coisa, e ao mandar uma mensagem, ela respondeu lembrando mais um monte de outras coisas. A gente viveu a adolescência uma na casa da outra, a gente saia juntas, a gente fazia coreografia de axé juntas, a gente subiu num trio elétrico numa cidadezinha do interior juntas, a gente ia à praia juntas, a gente acordava às 15h da tarde juntas, a gente jogou WAR por dias ininterruptos juntas. O diploma dela do colégio devia ter uma nota de rodapé fazendo uma homenagem a mim, sério! Pelo menos no 2º grau (ou ensino médio, como preferir), as provas dela tinham uma boa colaboração da minha pessoa. Tentei por muitas vezes fazer com que ela entendesse química, ou física, ou as coisas mais simples de álgebra. Mas realmente, não fui muito bem sucedida. Exatas nunca foi o forte mesmo e isso era até engraçado.

Mas juntas nós crescemos também, nos tornamos advogadas e engenheira. Eu casei e ela foi testemunha. A nossa outra amiga casou e fomos testemunhas dela. Tivemos filhos e comemoramos juntas (ela ainda não). E agora era a vez dela e estávamos lá, testemunhando e nos emocionando antes mesmo que ela entrasse na igreja. Quando ela entrou, linda, loira, magrinha, com o olhão azul, era como se minha adolescência estivesse vestida de noiva. Eu ali na frente, meio barrigudinha, com meu marido, meu filho de terninho numa tentativa de pajem, foi muito significativo para mim. Ver o irmão dela no altar com a mãe dela também. Era um pouco de mim ali, da minha história. Como se pensasse, “Tudo certo até aqui, meninas. Vamos continuar.”

Tão bom ter amigas, amigas para relembrar histórias antigas e divertidas, amigas para dançar funk comigo na pista de dança. Porque apesar de estarmos casadas, com filhos, já com sono à meia noite, ainda levantamos a mãozinha pra cima e cantamos “Cidade de Deus é o maior, maior barato…”. Às vezes, nem acredito que tanto tempo passou. Passou muito tempo do lado de fora acho. Porque do meu lado de dentro não.

Que a gente seja muito feliz! Sempre! Mais do que éramos quando ocupávamos aqueles corredores de tapetes vermelhos compridos, com aquele pé direito enorme. No fundo, nós já somos!

As pessoas na minha vida

Hoje lendo um post de uma amiga, ri sozinha e pensei: “Como ela é engraçada” e ao mesmo tempo lembrei que até o 2º semestre eu ainda nem a conhecia. Conheci algumas pessoas esse ano e talvez isso seja o que eu mais gosto na vida. Pessoas. Verdade que há algumas chatas no último nível, que me transformam numa linda atriz na maioria das vezes, porque não dá para demonstrar o quanto elas são malas. Umas em especial me decepcionaram bastante, com ações que até agora estou sem entender e me fizeram derramar umas lagriminhas. Nada fizeram comigo, mas com quem é importante para mim.

Embora seja engenheira, prefiro as pessoas aos números, prefiro o tempo gasto em conversas longas e aparentemente inúteis do que discussões em assuntos relevantes para mudar o mundo. Gosto de compartilhar minhas coisas, desabafar, pedir opinião, rir junto, fazer piadas o tempo inteiro e zoar tudo a nossa volta.

Bem verdade que sou seletiva, tenho um padrão do que é ser ou não legal. Critérios que definem com quem vale à pena ou não investir um tempo ouvindo, conversando, opinando. Eu e todo o universo funcionamos assim, mas meus critérios valem para todos, família ou não família, crentes e não crentes, pobres ou ricos, pessoas que sofreram e as que não sofreram. As pessoas podem ter justificativas por serem amargas, mal humoradas, lentas, prolixas, arrogantes, mas posso me dar ao luxo de não ser próxima delas. Não dá para forçar afinidade e nem para conviver de forma intensa com quem não corresponde às minhas expectativas. Se elas são justas ou não, daí é outra história…

Sinto muita falta da época de adolescência, quando eu passava tardes conversando infinitamente sobre as coisas da vida. Quando eu gastava tempo pessoalmente fazendo isso e não por meios virtuais como hoje, que são úteis e essenciais, mas que não me atendem como gostaria. A mudança para São Paulo acho que prejudicou um pouco isso, a dinâmica daqui não ajuda muito, a dimensão e prioridades que essa cidade tem também não. Ela não prioriza pessoas definitivamente.

Não posso, mas sempre faço isso, comparar a minha vida atual com a minha vida de adolescente, quando não tinha marido, nem casa, e filho nem vou comentar. Só gastava meu tempo comigo mesma e ponto final. Era bom. Bem bom eu diria.

Mas, ainda que de uma maneira diferente da que eu gostaria, tenho construído alguns relacionamentos, feito amigos e outros nem tão amigos, mas que são especiais para mim e cumprem seu papel na minha vida. Seja me divertir, me ensinar, me inspirar, me motivar de alguma maneira.

Gosto demais das pessoas, de entender, de conhecer, de criar intimidade, de dividir meus sentimentos e aspirações. Às vezes queria fazer psicologia, como algo a mais somente, acho que ia gostar. Paradoxo total uma engenheira que faz psicologia, mas seria uma combinação interessante. O mundo agradeceria certamente.

Por que?

Ontem, fui ao culto em outra Igreja, confesso que gosto de assistir aos cultos na minha Igreja, ainda mais porque de manhã eu tinha dado aula e não assisti ao culto propriamente dito. É como se começasse a semana esquisita. Mas foi bom, o louvor, a mensagem, fui abençoada.

Mas antes de dormir me deparei com uma noticia tão triste, que indiretamente me afetou bastante, um aperto no peito. Uma vida que se foi. Uma vida jovem, tão importante para alguém que é especial para mim. A mensagem que ouvi no culto foi sobre justiça de Deus. Às vezes, não dá para entender mesmo o que Ele faz, de verdade. Mas acredito na Sua soberania, Ele é o único que tudo vê, enxerga o futuro, conhece o nosso coração mais do que nós mesmos e só nos dá aquilo que somos capazes de suportar. Inevitável perguntar o porque, o que será agora. Mas o que mais me angustiou foi estar longe de quem eu queria estar perto, e o outro ponto é o quão frágil somos, uma sensação de impotência que me incomodou demais, mesmo confiando em Deus. Uma coisa ruim de sentir.

A internet ajuda a nos manter mais próximos, a conversar todo dia mesmo estando longe e até em saber uma notícia sem que de fato alguém tenha me contado. Mas as redes sociais ainda não substituem um abraço apertado (e nunca irão substituir), nem horas sentadas num sofá conversando, comendo uma coisa bem gostosa. Ontem eu só queria ter feito isso. Trabalhei durante o dia todo, à noite fiz minhas coisas de sempre, mas eu só queria ter dado um abraço de verdade numa pessoa querida e ter ficado conversando com ela por horas em algum sofá, ou sem conversar, podia só ficar perto, só comer um brigadeiro. Sei que ela gosta.

E a fragilidade? Tem me perseguido ultimamente, jogando na minha cara que eu não consigo fazer nada sozinha, que famílias lindas passam por problemas sérios, que pessoas adoecem, que pessoas passam dificuldades realmente sérias. E aos meus olhos, imperfeitos e tendenciosos, elas não merecem isso. E continuo a me perguntar porque, como tal fato aconteceu.

Há muito tempo não chorava com Deus e ontem fiz isso. Fiquei durante a tarde esperando o momento em que teria tempo para conversar a sós com Ele e dizer em voz alta o que estava sentindo. Um medo de não dar certo as coisas em que estou envolvida, medo de perder quem está perto de mim, medo de não estar cuidando como deveria de quem amo. Conflito demais, Ele às vezes deve até achar engraçado alguém dizer para Ele, Aquele que conhece as estrelas pelo nome, que está com medinho. Mas, confio nELe. E pedi para que a certeza da Sua soberania não saia do meu coração e da minha mente.

E, mais uma vez (já disse isso aqui), ela, a amiga querida, me ensinou o que realmente importa. As pessoas são importantes. E eu me esforço para que as que eu amo saibam disso!

O compartilhar

Ontem, fizemos a reunião de oração das meninas lá em casa, como fazemos mensalmente desde outubro do ano passado. Têm sido encontros muito abençoados, de comunhão mesmo, a gente ri muito, chora também, damos conselhos umas às outras e oramos por nossos problemas, agradecemos, pedimos pela nossa Igreja, pelo país, pelos enfermos, por muitas coisas. Buscamos a Deus juntas e acredito que nos fortalecemos com isso. Ouvimos e falamos com Deus juntas.

Enquanto organizo a casa depois da reunião, reflito sobre o que conversamos, sobre as lutas e vitórias, de como Deus fala de forma especial a cada uma e através de cada uma, de nossas histórias, de como embora tão diferentes, conseguimos nos ajudar. Deus é muito criativo e o mais legal é ele permitir que a gente se junte. E nas minhas reflexões sobre o que foi compartilhado, vi o quanto Deus cuida de cada detalhe, porque vendo as lutas das meninas, acho que eu não seria capaz de enfrentar os problemas que algumas delas têm, com a mesma serenidade e sabedoria. Ontem, ficou ainda mais claro para mim o quanto Deus está no controle de todas as coisas, no sentido de que até os problemas são escolhidos por Ele para as pessoas que serão capazes de lidar com aquele tipo de problema. Nada foge ao Seu controle preciso, presente e que nos dá paz.

Poucos dias depois do Dia do Amigo, agradeci novamente a Deus por ter encontrado mulheres que eu admiro, que me divertem, que choram e são bobas como eu. Mulheres comprometidas em contribuir para deixar esse mundo melhor, com valores verdadeiros, em criar seus filhos para serem pessoas diferentes daquilo que o mundo dita como modelo. Fico feliz quando estou diante de pessoas que me geram admiração e com elas é sempre assim.

Na segunda, numa reunião de planejamento do próximo EJC compartilhei das coisas de Deus também, fizemos planos juntos, sonhamos juntos. Eu, um menino e uma menina. Ou melhor, eu, um homem de Deus e uma mulher de Deus. Tão admiráveis quanto o grupo que estava lá em casa ontem, tão movidos pelas coisas do Alto.

Amo o compartilhar de Deus, amo ver o que Ele faz na vida dos meus amigos e como faz. E permitir que eu O veja na vida deles. E aprenda tanto com o que eles sabem e vivem diariamente!

Sobre nós, as meninas

Já perdi as contas de quantas vezes comecei e apaguei esse texto. Queria falar das meninas, mas o que tenho escrito está saindo comum, básico demais para fazer com que entendam a real dimensão do quão importante essas meninas são para mim.

Quem são as meninas? As amigas que eu pedi, de verdade, quando cheguei aqui em São Paulo. Pedi isso: que eu fizesse amigas aqui, que tivesse intimidade com essas amigas, para que não me sentisse sozinha, para que eu pudesse ter com quem contar mesmo morando longe dos meus pais, da minha irmã e dos meus amigos mais antigos. Nosso histórico é recente. Muito. Não temos histórias em comum da época de adolescente, só fui ao casamento de uma delas, porque as outras já conheci casadas. Adultas, com muita coisa já vivida, com poucos pontos em comum até então, com um sotaque de quem  mora na fazenda ou está com aquele nariz entupido (rs..), mas que hoje, não consigo me imaginar sem.

A gente compartilha tantas coisas, a reforma da cozinha, uma receita, a construção da casa nova, a rotina do novo bebê, as dificuldades de ser mulher virtuosa, as nossas dúvidas bíblicas, uma fofoquinha básica, nossos pedidos de oração online tipo: “Embarcando agora, orem por mim”, “Vou entrar numa reunião agora, orem”.  Que outras mães, da área de saúde, me diriam “ok” quando pergunto se tudo bem dar um xarope vencido? Que outra tia daria massa de pizza para o meu filho ainda bebê, sem me perguntar, e eu nem ficar brava? Que outra amiga comentaria que eu fiz a unha, porque ela fica feliz quando eu tenho tempo para mim? Com que outras pessoas eu deixaria meu filho, com a mesma tranquilidade com que eu o deixo com minha mãe, tendo a certeza de que ele estará bem cuidado, amado e se divertindo? Para quem eu ligaria no meio da tarde perguntando se podem pegar o Davi na escola pra mim, porque estou presa no trânsito? Que outras mulheres são tão práticas e resolvem suas coisas sem depender integralmente de alguém? Quem consegue dar conta de tudo, quase morrendo e reclamando, mas com bom humor sempre? Que mulheres comem até ficar “empachadas” sem esse mimimi de mulherzinha que come igual passarinho? Quem me faria rir tanto numa cidade que, no fundo, não tem muita graça?

Numa cidade de 10 milhões de habitantes, onde a falta de tempo e a determinação em gerar dinheiro ditam o ritmo, tê-las encontrado é uma prova real de que Deus me conhece, me ama, porque Ele separou as mulheres com o perfil que eu precisava para serem minhas melhores amigas, porque eu sei que independente de onde eu esteja elas estarão comigo. Porque além de tudo, elas servem a esse mesmo Deus, elas amam esse mesmo Deus, oramos pelas mesmas causas e tenho o privilégio de me alegrar com as bênçãos que Deus tem derramado sobre a vida delas.

Faço um esforço para que as pessoas saibam o quanto elas são especiais para mim. Acho que elas sabem! Ou melhor, elas sabem. É recíproca a constatação de que somos privilegiadas por termos umas as outras, numa liberdade tal que posso pedir, sem constrangimento, para que uma delas, ou todas elas, fiquem com o  meu filho porque eu tenho um nobre compromisso, como assistir ao jogo de abertura da Copa do Mundo.

Vivo com saudade do Rio, mas não passa pela minha cabeça minha vida longe delas! (Meninas, não fiquem se achando – modéstia não é o forte delas). Um amor que vem de Deus mesmo, por mais adolescente que pareça essa declaração de amor a amigas!

Laços

A vida parece que anda cada vez mais corrida, o tempo passando cada vez mais depressa, aqui em SP tenho a sensação de que é pior. Por a cidade ser grande, o trânsito ser intenso, estamos sempre na luta com o relógio. E nesse atropelo em que vivemos, acabamos atropelando as pessoas. É preciso se policiar para se fazer na presente na vida de quem amamos. E isso nada tem a ver com ficar juntinho fisicamente, em datas específicas e nem com família. Tem a ver com se interessar pelo outro, em dar um oi, em perguntar se está tudo bem, em se esforçar não só porque existe um laço de sangue, mas porque o outro faz diferença para gente.

Aprendi a viver longe de família, porque me mudei ainda criança de Manaus para o Rio e depois do RJ pra SP, e com isso, percebi que existem relações muito mais fortes e importantes do que laços de sangue. Não que família não seja importante, é muito importante sim! Mas não gosto da obrigação de estar juntinho só porque é meu primo, só porque é meu tio. Gosto de estar junto com quem me faz bem (isso não inclui família obrigatoriamente), com quem eu me importo e com quem se importa comigo, sem hipocrisia de aparecer só no Natal. O laço de sangue não faz com que eu tenha afinidade e isso é fundamental.

E são essas outras relações, as que não são de sangue, que exigem nosso “sacrifício” de se fazer presente. Até nas de sangue isso é importante. Gosto de pessoas, de construir relações e de manter aquelas que são importantes para mim. Não gosto que me cobrem presença, aquela cobrança chata, me estressa, me dá preguiça. Confesso que me esforço para isso, para que as pessoas saibam que elas são importantes para mim, que são especiais de alguma forma, que sinto carinho e me importo. Não, isso não é com todo mundo, não fico constrangida em escolher, não fico constrangida em ser indiferente. Talvez devesse ficar, porque isso é, no mínimo, falta de educação, mas algumas coisas não consigo disfarçar mesmo.

Outro dia conversando com a Sarinha, que não é laço de sangue, ela me falou sobre isso, sobre a importância do se fazer presente! E só reforçou o que eu já pensava e de que realmente o caminho é esse. Pelo menos pra mim.

Meu presente

bolo

De todos os textos, essa é a quarta vez que escrevo especificamente para alguém, podia ter muito mais que isso, mas texto muito óbvio às vezes pode não ter tanta graça. Esse acho que vai ser óbvio, mas me deu vontade mesmo assim. (Os outros textos podem ser lidos aqui, aqui e aqui)

Acho que Deus lá na eternidade, deve ter feito algo mais ou menos assim, quando estava planejando nossas vidas: “A Rafaela vai nascer e depois de uns dois anos, faço a Patricia um pouco parecida com a Rafaela. Mas elas só se conhecerão quando forem adultas. Elas vão engravidar na mesma época, a Paty do 2º filho e a Rafa do 1º, isso fará delas grandes amigas, elas ficarão muito próximas, descobrirão coisas em comum nessa fase, será uma amizade para vida inteira.” Eu acho que foi assim, quando encontrar Deus posso confirmar isso, dentre outras mil coisas.

E como plano nenhum de Deus se frustra, assim aconteceu. Em um ano, ganhei uma amiga muito especial, que muito se parece comigo mesmo, prática, tolerância zero, às vezes fofa (!), sem frescuras. E que até hoje, passados 5 meses, é a minha consultora oficial para assunto maternidade. Se ela ganhasse R$5 para cada pergunta que eu faço, estaria rica. Desde como tomar a pílula anticoncepcional até fotos de bicos de mamadeira para esclarecer dúvidas, é assim que ela vai me socorrendo. Nem sei como teria sido o primeiro mês com o Davi, sem o apoio que ela me deu, mesmo estando com o meu sobrinho gêmeo também recém nascido. Ouvindo, respondendo minhas perguntas, dizendo que a angústia era normal, mas que ia passar. Dando um abraço apertado quando nos vimos pela primeira vez na igreja depois do nascimento dos meninos, e mantendo esse mesmo abraço agora quando eu começo a chorar quando oram pela minha volta ao trabalho.

Hoje é aniversário dela e meus desejos são os mesmos que tenho para mim: muita saúde, anos de vida, que ela se realize com sua família como tem sido até aqui, que ela fique rica sem precisar trabalhar, que tenha o corpo sarado comendo chocolate, tomando coca normal e sem esteira! Que seja uma mulher virtuosa, que tenha em Deus seu melhor amigo e cada vez mais perto dEle. E que o Deus que nos presenteou com nossos filhos e com nossa amizade, derrame as bênçãos mais especiais sobre sua vida, cuidando, protegendo e sustentando a esposa presente e a mãe tão dedicada que eu tanto admiro.

Uma paulista muito, mas muito, amada por mim! Nem sei se consigo demonstrar o quanto…