Ter tempo é luxo

“És um senhor tão bonito,

quanto a cara do meu filho,

Tempo, Tempo, Tempo, Tempo”

(Caetano Veloso)

Desde que não estou mais trabalhando, posso escolher o que fazer com o meu tempo e isso é libertador, uma experiência e um sentimento incríveis. Agradeço a Deus, de verdade, não só por ter mudado o rumo da vida profissional, mas por ter me permitido viver esse tempo….

…tempo de dormir

…tempo de cozinhar com calma

…tempo de me dedicar a minha casa

…tempo de estar mais com as crianças

…tempo de fazer discipulado em plena tarde durante a semana

…tempo de encontrar amigas, conversar um pouco sem preocupação

…tempo de almoçar com o marido durante a semana com frequência

…tempo de levar as crianças ao pediatra sem peso na consciência

…tempo de ler livro

…tempo de ver TV

…tempo de pensar mais besteira porque a mente não está 100% ocupada

…tempo de me cuidar

Não faz parte do meu plano de vida continuar sem trabalhar eternamente, mas confesso que ter tempo para mim me tem feito bem demais, posso ser mais útil em coisas que realmente acho que valem à pena. Poder decidir o que fazer com o tempo livre é um privilégio. Pode ser que tenham pessoas que não gostem disso, porque minhas atividades são todas domésticas e isso é um trabalho cansativo e sem fim, porque louças brotam na pia ininterruptamente. Claro que às vezes me dá preguiça, mas isso não me angustia, não drena a minha paz e tranquilidade como o trabalho estava me fazendo. Tenho vivido dias que eu sempre sonhei, ter tempo é um luxo. Sei que não será para sempre exatamente assim, mas esse tempo que Deus me deu foi precioso e tenho aproveitado com alegria e gratidão.

Planos e execução

franquiciasr-autodisciplinaAprendi com os 10 anos de consultoria a importância de um bom planejamento, mas tão importante e mais difícil que o planejar é a disciplina de executar aquilo que ficou combinado, planejado, definido.

Estando em casa vejo como um dia passa rápido e se não tiver certinho definido o que gostaria de realizar naquele dia, naquela semana, o tempo passa e sou tomada por aquela sensação de que não fiz nada, embora esteja cansada de fazer coisas, sensação de que não fui produtiva e não soube utilizar meu precioso tempo da melhor forma.

Essa semana uma amiga compartilhou que por não ter se planejado na folga, teve que se desdobrar durante um dia de trabalho para comprar um presente de aniversario. O que poderia ter sido com mais tranquilidade resolvido se tivesse se organizado melhor. “Depois eu faço isso”, “Qualquer dia desse tenho que…”, “Quando der eu vou fazer…”: na maioria das vezes, essas expressões significam que nunca será feito, faremos quando se tornar inadiável e atropelaremos as demandas daquele dia, perderemos a promoção/compromisso/oportunidade.

Combinando o que minha amiga disse com o meu dia produtivo de ontem, esse assunto ficou martelando na minha cabeça. Tive uma segunda feira muito produtiva. Porque dentro do que gostaria de realizar essa semana, defini o que deveria ser feito na segunda e se de manhã ou a tarde. E fiz aquilo que tinha combinado comigo mesma e ao longo do dia só ia riscando os itens da minha lista. Conclui tudo o que tinha planejado e sobrando tempo adiantei outras. A gota d´água aqui para mim foi quando por três semanas, na volta da escola, Davi reclamava que eu tinha esquecido de comprar o kimono. E sempre me desculpava dizendo que “Qualquer dia desse a mamãe vai comprar”. Ontem foi dia de comprar o kimono e resolver outras coisas que estavam no bairro do kimono.

Muitas vezes a gente para no planejamento, ele de fato é mais sedutor, requer papel e lápis (adoro!), inteligência e criatividade. A execução requer disciplina e proatividade. A parte pensante já foi, agora é só braçal. Mas é aqui que ganha o jogo né? Aqui que as listas deliciosas de serem construidas e nem tanto de serem executadas vão sendo reduzidas ou renovadas.

Bem verdade que existem listas legítimas com “qualquer dia desse”, mas aí é lista de desejos, de sonhos. Tipo: “Qualquer dia desse escrevo um livro”. É uma listinha sem compromisso, romântica. Mas comprar kimono, marcar dermatologista, elaborar cardápio semanal não têm glamour, mas precisam ser feitos e mais que isso, numa data definida.

Parece que agora vai, tenho experimentado isso há alguns dias e a segunda feira de ontem veio para me confirmar de que é por aí. Espero que a disciplina siga firme e minhas listinhas sejam cada vez menores e eu cada vez mais uma Diretora Executiva competente e produtiva da minha casa.

Ponto final

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Eu e Prof. Falconi no Movimento Falconi 2016

No último encontro anual da minha empresa, quando encerrou o evento, olhei para o Prof. Falconi e pensei: Vou tirar uma foto com ele, porque há uma grande probabilidade de ser minha última participação aqui no Movimento Falconi. (Depois de uma mudança, a empresa há 4 anos leva o nome dele, antes chamava INDG).

Sempre nos referimos a ele como “O Professor”, porque é assim que o temos realmente. Ele é um senhor, mas só na idade mesmo, porque de cabeça é um cara jovem, otimista, empolgado, inteligente, sempre amei ouvi-lo, sempre me motivou e me deu orgulho por fazer parte do time e da história bonita que ele construiu com a Consultoria.

Foram 10 anos. Tudo o que aprendi sobre como trabalhar, sobre o mundo corporativo, sobre as empresas foi lá. Tenho certeza que é uma excelente escola, aprendi num dos melhores lugares para isso, no campo vendo, ouvindo, aprendendo e às vezes tomando esculacho dos grandes executivos do país. Conheci muita gente, gente que tive prazer em trabalhar com e outras torço para nunca mais encontrar, tanto cliente quanto equipe, mas faz parte. Nada de anormal. A consultoria me trouxe o aprendizado, além da parte técnica de gestão, de como me relacionar com os mais diversos tipos de pessoas, lideres e parceiros de time. A cada ano um novo projeto, num novo cliente, com uma nova equipe e nova liderança, impossível não desenvolver minimamente a capacidade de se adaptar a cenários e perfis distintos. E isso sempre foi o que eu mais gostei.

Fiz uma escolha que culminou com o término desse ciclo, para ser bem clichê. Pensa numa pessoa feliz? Eu. Pensa num alívio de não ser forçada a atender valores institucionais que vão contra os meus pessoais? O meu. Deu tudo certo. Deu tudo certo durante 10 anos e continuará dando tudo certo. Depois de stress em casa, também cheguei a conclusão de que meu marido sempre teve razão quando pedia para que tivesse calma, para que pensasse e depois da minha saída tem sido tão compreensivo, me surpreendendo lindamente.

Chorei quando assinei os papéis, 10 anos encerrados em 2 minutos. Fiquei mal quando esvaziei meu computador para ser devolvido, passando um filme dos projetos na cabeça com cada pastinha que eu apagava. Mas o motivo pelo qual eu orava há um tempo, foi respondido. Quase nem acredito, mas eu saí da Falconi.

E ainda bem que eu tirei a foto com o Professor, para guardar com carinho ter por tanto tempo feito parte da equipe de um cara tão bacana e inspirador como ele. Fui feliz durante esse tempo, depois da maternidade é que passei a questionar muita coisa e buscar outras opções, que fizessem mais sentido para mim. Os últimos anos foram difíceis para mim, emocionalmente muito difíceis. Mas fechei com chave de ouro, meu último projeto foi muito bom, pessoas que valeram à pena ter conhecido de verdade. Foi a melhor avaliação que recebi desde que me tornei mãe, porque isso faz bastante diferença. Mas não dava mais mesmo. Era questão de tempo, alguém desistiria primeiro, eu ou eles. Como comento com uma amiga da empresa que passou pela mesma situação esse ano também e compartilha dos mesmos sentimentos: Partiu ser feliz.

 

Mais que um Kindle

FullSizeRenderEssa semana ganhei, que eu me lembre, um dos presentes que eu mais gostei: um Kindle. Meu marido disse que tinha comprado para mim e em qual dia chegaria, quando fui pegar uma encomenda na portaria e vi que ele tinha chegado, antes do dia previsto, até suspirei: “Aaaahhh, chegou!” O porteiro até falou: “A senhora estava esperando era por esse aqui né?” Fui abrindo a caixa pelo elevador. Mas, apesar dessa introdução, não é especificamente sobre o Kindle que eu quero falar, mas falarei posteriormente. (aliás, estou com várias outras coisas para falar posteriormente…)

Ter ganhado esse presente me fez refletir sobre a maneira que as pessoas demonstram que amam, demorei para entender isso. Principalmente no casamento. Ano retrasado li “As cinco linguagens do amor” e foi uma leitura que me agregou muito, recomendo para quem convive com alguém que as demonstrações de amor não são verbalizadas e por vezes nos fazem achar que o outro não ama ou não faz questão de demonstrar. Meu marido não é uma pessoa romântica, não é uma pessoa que verbaliza seus sentimentos, emoções, frustrações, o oposto de mim nesse caso. Mas depois de anos, de algumas sessões de terapia, passei a entender as demonstrações de amor dele. (Sim, eu preciso mesmo 9 anos depois me sentir amada e não ter dúvidas disso).

Chegou à noite outro dia e disse que precisava me levar no restaurante que ele tinha ido na hora do almoço no trabalho, trouxe o pão que eu gosto do mercado, me cobriu quando veio deitar na cama, trouxe um ímã do lugar da  viagem que fez para a coleção da nossa geladeira, sempre troca os carros deixando o meu na frente, compra as coisas para minha natação, compartilha as vitórias e as dificuldades do dia a dia, está sempre de mãos dadas comigo e diz que me ama. Isso e muitas outras coisas são gestos de quem ama, de quem se importa com quem ama. Levei tanto tempo para perceber isso, que demonstração de amor não necessariamente são flores em todas as datas comemorativas, surpresas sinistras tipo de filme, mil telefonemas ao longo do dia só pra dar oi. Na verdade, eu até vivi isso com um ex namorado, era um romântico de filme e o romantismo e a fofura me sufocaram num grau que não consegui sustentar.

Não tem o certo e o errado, tem o que combina com cada um, tem a maneira com que cada um vive e enxerga a realidade. Isso não se limita a relação marido e mulher, mas qualquer outra. Eu gosto de demonstrar que amo, que me importo com as pessoas, certeza que não faço isso direito, ou que faço numa linguagem que o outro talvez não entenda. Mas a intenção sempre há em mim e em muita gente perto.

Tem só que estar atenta, o Kinlde foi demais, mas melhor que isso foi saber que foi um presente intencional para de fato me agradar e me fazer uma fofa surpresa.

9 anos, parabéns pra gente!

img_1865Já falei zilhões de vezes que amo ser casada, eu amo dividir meus planos, sonhos, minha vida com meu marido. Amo chegar em casa e tê-lo comigo para compartilhar qualquer coisa.

Mas, não sou alienada e tenho meus pés bem firmes no chão. Manter um casamento não é fácil, com a chegada dos filhos essa tarefa exige ainda mais esforço. A gente passa por tantas fases, altos e baixos, nossas dificuldades individuais refletem em casa e não poderia ser diferente mesmo. Há momentos, quando as coisas estão esquisitas, que parece que você não tem nada a ver com o outro, nossos olhos só querem enxergar aquilo que não está bom, aquilo que o outro poderia melhorar ou ser diferente.

Ser esposa (e mãe também) é onde eu tenho mais dependência de Deus, são motivos diários de oração minha. Conheço bem as consequências de um casamento desfeito na vida de um filho e posso imaginar na vida do casal. E eu sempre busco em Deus a orientação para eu me tornar a cada dia a esposa que meu marido precisa ter. E oro para que Deus o faça ser o marido que eu preciso. E assim Deus tem respondido há 9 anos, com coisas grandiosas e outras quase imperceptíveis se não estiver bem atenta. As arestas que Deus apara para me aperfeiçoar às vezes me doem, controlar a língua me dói, não ser orgulhosa me dói, aceitar uma decisão que não me agrada por confiar na liderança do meu marido também me dói. Parece uma visão pesada do casamento, mas ela é verdadeira, pelo menos na minha realidade. As pessoas só são 100% felizes, 100% do tempo e sem problemas nas fotos do Facebook, inclusive eu mesma. Não vou postar foto de discussão aqui de casa, mas a vida real é mais que isso.

A parte boa é que a cada ano o meu amor pelo casamento, pelo meu casamento e pelo Deus que teve essa brilhante ideia, só aumentam. Que alegria é andar de mãos dadas com o seu parceiro da vida ou dividir as mãos para segurar os filhos dessa parceria; dividir uma taça de vinho num restaurante sinistro ou na cozinha de casa comendo pão de forma com mussarela; rir daquela indireta que a toalha está em cima da cama. É uma alegria poder construir a vida com o grande amor. Qualquer investimento sempre vai valer à pena, para mim, o retorno é certo.

9 anos muito felizes e abençoados, com algumas dificuldades como todo casamento, mas com a visível mão de Deus nos sustentando em todo o tempo. Sou defensora, uma romântica, mas sei que casamento merece dedicação, esforço, zelo e cuidado das duas partes. Sigo fazendo a minha parte e orando para que meu marido continue fazendo a dele.

Deus é real

Todos têm alguma opinião sobre Deus, todos algum dia na vida acho que já pensaram sobre isso e pautam suas vidas sobre esse entendimento, independente de qual seja. E eu,claro, estou nesse “todos”.

Ontem mesmo durante um estudo junto com outras pessoas que são diferentes de mim, estão em outras fases de suas vidas, conversávamos sobre alguns pontos em relação a isso. Sobre nossas experiências e relacionamento com Deus. O Deus real, que nos proporciona experiências verdadeiras com Ele, que me permite ter um relacionamento de intimidade, de dependência, de paternidade, de salvador. Deus que me promete (e o que Ele promete Ele de fato cumpre) plenitude de alegria, alegria mesmo em meio a tribulações.

Vi essa semana o filme da Elis, gostei muito, mas ao final me deu uma dó absurda dela. Assim como tantos outros, um talento lindo, mas uma vida vazia, triste, angustiada. E isso para mim só tem uma explicação, ausência de Deus, ausência daquela paz que excede todo o entendimento. Pode me chamar de crente-bitolada-ignorante-lavagem cerebral ou qualquer coisa do tipo. Mas é assim que eu vejo, é assim que eu penso, é pensando que com Deus é tudo mais fácil mesmo enfrentando qualquer dificuldade.

Ninguém me contou, eu mesma conheço Deus, eu converso com Ele, eu choro, eu me alegro, eu fico em silêncio, eu reclamo, eu vejo o agir dEle em grandes e pequenas coisas. Em muitos momentos do meu dia a dia, eu desisto de travar algumas lutas por não obter sucesso e falo “Deus, desisto, tô de saco cheio disso, me ajuda” e sempre Ele resolve.Tenho minhas dúvidas, tenho meus questionamentos, tenho minhas perguntas sem resposta, mas depender e esperar naquele que tem o controle do universo nas mãos ajuda a ter uma mínima calma.

Ontem ao final do estudo agradecemos por podermos desfrutar dessa comunhão, por Deus nunca desistir de nós, mesmo às vezes nos empolgando ou aflingindo com coisas tão insignificantes desse mundo. Muitas e muitas vezes me pego pensando em meio as minhas dificuldades, como seria se eu não confiasse e conhecesse Deus. Não entendo como alguém que carregou ou viu um bebê se formando perfeitamente dentro de outro ser humano, sem que se fizesse nada para viabilizar isso, pode ter dúvidas de que isso é divino, que só pode ser Deus.

Não tem como eu convencer ninguém que Deus existe, não é uma questão de argumentação, eu creio na Bíblia e é nela em quem meus argumentos estão baseados. E a conversa sempre acaba quando a outra pessoa diz “Mas aí já é uma questão de fé”. Exatamente! Para mim ela é o que Deus quis que eu soubesse, é a história da humanidade, a minha história, manual de fé e prática. Mas para outras pessoas, a verdade em que meus argumentos, minha vida e esperança estão pautados é pura ficção, infelizmente. É fé mesmo, e fé é dom de Deus.

Deus é real, já fui curada por ele, já vi pessoas sendo transformadas por Ele, meu marido por exemplo. Já carreguei por duas vezes o milagre da vida dentro de mim. E mesmo se nada disso tivesse acontecido, Ele continuaria sendo real, eu O conheço, e meu desejo é que muitas e muitas outras pessoas tivessem essa mesma “opinião”. Mas ainda há tempo!

Parabéns pra ela

Foi aqui que eu reaprendi a dirigir e passei a dirigir frequentemente, sem depender de ninguém. Aqui eu fiz amigos, grandes amigos, amigos mais chegados que irmãos que estarão comigo na eternidade, e lá na eternidade não haverá sotaque, nem nariz entupido paulistano. Aqui eu aprendi o que é ser esposa, ter uma casa para cuidar. Aqui eu me desenvolvi profissionalmente. Aqui eu descobri o que é ser Igreja e trabalhar para Deus de verdade. Aqui eu aprendi a amar o bairro que eu moro. Aqui eu descobri o que é viver numa cidade que tem inverno. Aqui eu me certifiquei de que comer realmente é uma bênção. Aqui eu descobri que têm muitas pessoas com muito, muito dinheiro. Aqui eu descobri que o trânsito de SP não é o pior da face da Terra. Aqui descobri que é possível ser uma grande cidade e ter o mínimo de organização. Aqui descobri o que é uma pizza boa e que é melhor com azeite do que catchup. Aqui descobri que não há o menor problema em você ser perdido na cidade em que mora. Aqui descobri que tem gente que se acha só porque mora aqui. Descobri que não faz a menor diferença na vida de ninguém ser uma cidade em que se você quiser tem um restaurante grego aberto às 3h da manhã. Aqui vi meu marido ter grandes oportunidades profissionais e descobri que aqui se concentram grandes oportunidades. Aqui descobri que gostava mais da praia do que imaginava. Aqui descobri que o blush tem seu valor nessa vida. Aqui descobri o que é ser mãe, aprendi como é ser mãe de dois paulistanos e ouvir o meu filho falar com o sotaque que eu tanto zoei. Aqui aprendi o que é ter responsabilidades em família e acho que por isso sinto tanta saudade do Rio, porque lá minha vida nunca teve responsabilidades de fato. Aprendi o que é constituir uma família. Aqui vi o agir de Deus muitas, muitas e muitas vezes. Aqui eu tenho sido muito feliz e realizada em todos os sentidos. Foi para cá que Deus me trouxe, sem eu pedir, sem eu se quer ter cogitado a possibilidade, há quase 9 anos eu me mudava definitivamente para SP. Parabéns para ela que me presenteou com paulistanos incríveis, sendo meus filhos os principais. Tenho um carinho grande e especial por SP, porque a correria daqui em boa parte é por conta das minhas escolhas e não totalmente culpa da cidade em si. É uma questão de treinar o olho e enxergar o que é bom. E aqui é bom!